A Instituição

A Associação Infanta Dª Mafalda (AIDM) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social que desenvolve a sua atividade em dois equipamentos - o Centro Estevão Pernet (CEP) e o Infanta Dª Maria.

Trabalhamos para apoiar diariamente os nossos utentes, acreditando sempre no amanhã e na definição de objetivos claros na melhoria dos serviços prestados, a aposta na dignidade da pessoa idosa e a criação de uma sociedade mais justa e solidária.

 

O que nos inspira?

O exemplo de generosidade, dedicação e dinamismo representado pela figura da Rainha Santa Mafalda.

 

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A lenda:

Dª Mafalda Sanches de Portugal (1195/ ou 1196 — Amarante, 1 de maio de 1256) foi Infanta de Portugal e também Rainha de Castela por um breve período. Filha do Rei D. Sancho I de Portugal e de Dª Dulce de Aragão recebeu o nome de sua avó, a Rainha Mafalda de Saboia. Segundo alguns historiadores era muito acarinhada por seus pais, não só pela sua beleza mas sobretudo pela sua generosidade. Após a morte de sua mãe em 1198 encontrou nas irmãs mais velhas, Dª Sancha e Dª Teresa, o afeto materno e também a formação religiosa. Com o falecimento de seu pai tornou-se herdeira dos Mosteiros de Bouças, Tuias e Arouca, além do Castelo de Seia com o resto do termo da vila e todos os rendimentos aí produzidos. Todavia, o seu irmão, o Rei D. Afonso II, negou-se a reconhecer a herança em testamento pois temia que o vasto património que lhe era atribuído e também a suas irmãs, representasse um problema à soberania do Rei de Portugal. Esta questão só seria resolvida com a subida ao trono de D. Sancho II em 1223 que concedeu a suas tias os direitos das terras e castelos pedindo-lhes em troca que renunciassem ao título de rainhas.

Em 1215, Dª Mafalda casou-se com D. Henrique I de Castela mas o casamento não foi consumado, uma vez que eram ambos muito jovens, tendo sido dissolvido no ano seguinte a pedido da mãe de D. Henrique à Santa Sé, mesmo antes da morte do noivo ocorrida pouco depois. Já em Portugal, Dª Mafalda segue o exemplo de suas irmãs dedicando-se à vida religiosa; ingressa no Convento de Arouca, recebido de herança de seu pai, torna-se monja cisterciense reconstruindo o património existente e revitalizando o Mosteiro feminino daquela localidade. Diz-se que Dª Mafalda viveu como uma simples religiosa, cumprindo com rigor as práticas devotas. O povo chamava-a de “Rainha Santa” pelas suas inúmeras obras de caridade incluindo a construção de albergues para peregrinos ou a restauração de Igrejas.

Conta-se que após o seu falecimento, durante uma viagem a Rio Tinto - Amarante, se gerou uma discórdia entre Arouca e Rio Tinto, pelo local da sua sepultura. A Infanta, diz a lenda, deixou escrito que o seu corpo deveria ser carregado pela mula que habitualmente a transportava, e onde a mula parasse aí seria sepultada. Segundo consta, a mula dirigiu-se para o Convento de Arouca. Também a mula, que morreu logo depois, exausta, foi sepultada no átrio sobranceiro à entrada principal do mosteiro.

Com a sua morte todos os seus bens foram deixados em testamento aos Mosteiros de Arouca, Tuias, Santo Tirso, Paço de Sousa, Vila Boa de Bispo e Alcobaça, e às ordens do Templo do Hospital de Avis.

A 27 de junho de 1793 foi beatificada pelo Papa Pio VI, acompanhando assim aos altares as suas irmãs Teresa e Sancha, já declaradas beatas no início desse século. É festejada no dia 2 de Maio pela Igreja Católica, mas o calendário litúrgico celebra-a a ela e suas irmãs, também no dia 20 de Junho.

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